Mercantilismo

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Mercantilismo...em portugal, as primeiras mercantilistas só se concretizaram no último quartel dos século XVII com a politica económica lançada pelos seus Vedores da Fazenda: Conde de Ericeira, D.Luís de Meneses.Foi neste contexto de crise que se ensairam, em Portugal, as primeiras medidas mercantilsitas, incentivadas pela obra de Duarte Ribeiro de Macedo, Discurso sobre a Introdução das Artes no Reyno, destas medidas constou:- restrição às importações, nomeadamente com a promulgação de novas leis pragmáticas;- política de desvalorização monetária;- incentivo e protecção às industrias;- apoio ao comércio, à construção naval e à criação de novas companhias monopolistas .paragem do desnvolvimento manufactureiro e o desenvolvimento da viticultura-A partir do século XVII os vinhos portugueses vinham a ser exportados em larga escala para os mercados ingleses. Nos finais do século XVII a Inglaterra importava mais de metade da produção vinícola portuguesa.A descoberta de minas de ouro no interior brasileiro e o abrandamento da crise comercial internacional fizeram com que a politica económica portuguesa, continuasse a registar um desiquilibrio na balança comercial e um marasmo na produção industrial. A celebração, em 1703, do Tratado de Methuen abriu o mercado interno português às manufacturas inglesas, viria a acentuar o desiquilibrio da balança comercial e o atraso no desenvolvimento manufactureiro.


a política económica pombalina - Marquês de Pombal encarnou a política do despotismo esclarecido em voga por toda a Europa, defendendo a autoridade ilimitada do rei e o controlo da economia através do dirigismo e do proteccionismo económicos.A política económica do Marquês de Pombal orientou-se, assim, no sentido de «suster a crise económica e libertar o país da dependência em relação ao estrangeiro». Para tal, numa primeira fase, o Marquês promoveu o fomento comercial, para o que criou a Real Junta do Comércio, organismo central de todas as actividades económicas e, numa segunda fase, favoreceu o desenvolvimento industrial.O Marquês favoreceu os grandes comerciantes e instituiu companhias priveligiadas:fomento comercial criou a real junta do comércio; instituiu companhias monopolistas quer para tráfico colonial (companhia do Granpará e Maranhão, companhia geral de Pernanbuco e Paraíba, companhia para o comércio com o Oriente) e na metrópole (companhia geral da agricultura das vinhas do Alto Douro e companhia geral das reais pescas do reino do Algarve).Quanto ao fomento industrial o Marquês fundou, remodelou e apoiou manufacturas:têxteis; vidros faianças; chapelaria; metalúrgica; construção naval.A POLITICA SOCIAL-A política social do Marquês de Pombal procurou suprimir as resistências ao poder absoluto. A fundação do Real Colégio dos Nobres visava dotar esta nobreza de uma melhor preparação, mas, simultaneamente, submetê-la ao rei e à razão de Estado.Tomou algumas medidas de disciplina e de repressão da autonomia da grande nobreza. Alguns nobres reagiram a esta na sequência do atentado ai rei D.José. A expulsão dos jesuitas. As reformas económicas do Marquês de Pombal favoreceram, em especial, a ascensão da burguesia mercantil e financeira. Com estas medidas o Marquês contribuiu para um fortacelimento da burguesia e para uma maior mobilidade social.a prosperidade comercial de finais do século XVIII-No último quartel do século XVIII, houve a criação de novas riquezas nas colónias (algodão, couros, arroz, açucar...) e o desenvolviemnto industrial, reforçando as indústrias existentes com subsídios e privilégios. De facto, a independência dos EUA, em 1776, e a consequente guerra com a Inglaterra obrigaram esta a recorrer ao mercado português para se abasterce de alguns produtos que até então obtinha nas suas colónias americanas.O reinado de D.Maria I conheceu, assim, alguns anos de balança económica favorável a Portugal no seu comércio com a Inglaterra.

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